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Professor Fund/Méd na Escola Álvaro Gaudêncio de Queiroz, Campina Grande - PB; e Fundamental em Santa Cruz do Capibaribe-PE.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Biopirataria



A biopirataria é a prática ilegal de exploração, manipulação, exportação e comercialização de recursos biológicos de um país a outro, com finalidade já determinada, sendo esses direcionados à confecção de medicamentos ou cosméticos. Tal prática, além de causar prejuízos ao ecossistema de origem, pode bloquear o monitoramento de suas espécies bem como o reconhecimento desses pelas matérias-primas por ele fornecidas.
 A Floresta Amazônica detém uma das maiores diversidades biológicas do país e, por manter áreas inexploradas e desconhecidas, é um dos principais alvos das indústrias, interessadas nas informações genéticas de animais e plantas. A exploração ilegal de recursos naturais - animais, sementes e plantas de florestas brasileiras e a apropriação e monopolização de saberes tradicionais dos povos da floresta, visando lucro econômico, caracteriza a biopirataria.




Biodiversidade


A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso potencial de uso econômico. A biodiversidade é a base das atividades agrícolas, pecuárias, pesqueiras e florestais e, também, a base para a estratégica indústria da biotecnologia.  A diversidade biológica possui, além de seu valor intrínseco, valor ecológico, genético, social, econômico, científico, educacional, cultural, recreativo e estético. Com tamanha importância, é preciso evitar a perda da biodiversidade.
É fundamental que o país intensifique a implementação de programas de pesquisa na busca de um melhor aproveitamento da biodiversidade brasileira e continue a ter acesso aos recursos genéticos exóticos, também essenciais para o melhoramento da agricultura, pecuária, silvicultura e piscicultura nacionais.
Assista ao vídeo abaixo, vale a pena!!!

Os perigos da Energia Nuclear

Consequências...
Todo mundo sabe, por exemplo, que é seguro voar de avião. Mais seguro ainda do que andar de carro. Às vezes, porém, ocorrem graves acidentes de avião. Muitas pessoas morrem, os parentes ficam chocados e há uma consternação geral.
Com as usinas nucleares, acontece a mesma coisa. Só que, como um acidente nuclear pode envolver a liberação de radiação no meio ambiente, as conseqüências são muito piores, a tragédia adquire proporções catastróficas e os impactos ocorrerão por centenas ou milhares de anos. Até bebês que ainda nem nasceram sofrerão as conseqüências. Um terremoto, um ataque terrorista, uma falha humana ou mecânica são apenas alguns dos problemas imprevistos que já acarretaram grandes acidentes nucleares.
É impossível garantir, com segurança absoluta, que a radiação contida em um reator nuclear nunca será liberada no meio ambiente. Fica, então, a seguinte pergunta: por que correr tamanho risco, se existem formas mais seguras e abundantes de obter energia?