A educação é o único caminho para emancipar o homem. Desenvolvimento sem educação é criação de riquezas apenas para alguns privilegiados.
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Um plebiscito marcado para 11 de dezembro decidirá se o Pará será desmembrado em dois novos Estados: Carajás e Tapajós. Caso a proposta seja aprovada no referendo, será a primeira vez que um Estado brasileiro surgirá da vontade popular. A divisão do Pará dependerá ainda de uma lei complementar.
De acordo com o projeto, o Pará ficaria com 17% do território e 56% do Produto Interno Bruto (PIB), ou R$ 32,5 bilhões. Tapajós, na região oeste, teria como capital Santarém, 58% do território e 11% do PIB (R$ 6,4 bilhões). Carajás, ao sul, cuja capital seria Marabá, contaria com 25% do território e 33% do PIB (R$ 19,6 bilhões).
A campanha começou em 13 de setembro. Os separatistas argumentam que o território é muito grande e dificulta a administração e o desenvolvimento econômico do interior. O Pará é o segundo maior Estado brasileiro. Já os opositores alegam que haverá piora nos indicadores sociais e apontam interesses políticos e de empresários dos setores da pecuária e mineração.
O Brasil possui 27 unidades federativas, sendo 26 Estados e o Distrito Federal. Tramitam no Congresso projetos de lei para a instituição de mais 16 Estados.
Diante desse quadro, o Brasil se encontra com um grande problema no que diz respeito à questão habitacional. A falta de moradias no país é extremamente elevada, a ponto de colocar o país numa situação em que, até o final de 2020, um em cada quatro brasileiros poderá estar vivendo em favelas, segundo projeções feitas pelo ONU - Hábitat.
No Brasil, a construção de moradias não acompanha o crescimento da população. E é importante salientar que, desde a promulgação da Constituição de 1988, a questão habitacional deixou de ser responsabilidade da União e passou para as mãos dos estados e municípios, resultando em vários programas habitacionais espalhados pelo país, muitas vezes paralisados pela falta de recursos.
Considerando-se o período 2007/2008, estima-se que faltem no Brasil cerca de 7,2 milhões de moradias, sendo que, no período 1997/1998, esse déficit era de 6,2 milhões. Parte considerável das pessoas que não possuem moradia digna reside em favelas. A população que mora nessas habitações improvisadas corresponde a 20% dos habitantes do Rio de Janeiro, 20% dos de Belo Horizonte, 22% em São Paulo, 31% em Fortaleza e 46% no Recife.
Em São Paulo, a maior cidade brasileira, onde vivem 11 milhões de pessoas, mais de 2 milhões estão nas favelas. Outro 1,5 milhão encontra-se em cortiços ou quintais.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 34,2% dos municípios brasileiros não têm acesso à água potável, 17 milhões de pessoas vivem em domicílios superlotados e 35 milhões em residências sem tratamento de esgoto.
Tipos de moradias precárias no Brasil
Favelas: o que caracteriza as favelas não é a precariedade das habitações ou a carência de infra-estrutura dos locais onde elas se formam. Embora geralmente apresentem tais características, as favelas se definem como áreas de ocupação gradual, ou seja, aglomerados de habitações erguidas ao longo de certo tempo em terrenos de terceiros, geralmente pertencentes ao poder público.
A favela expõe as contradições do crescimento econômico baseado na concentração de renda, o qual exclui a maior parte da população.
Com o esgotamento das áreas tomadas por favelas, tem-se observado o crescente número dos movimentos de ocupação. Embora se assemelhem ao favelamento quanto à posse irregular do terreno, diferem quanto à formação e consolidação, que se dá por uma ocupação imediata, constituída por um movimento coletivo.
Cortiços ou quintais: são habitações coletivas compostas por cômodos alugados, geralmente localizados em velhas mansões, situadas em locais próximos do centro da cidade, mas já desvalorizados. Entre o final do século 20 e o início do 21 outros tipos de imóveis passaram a ser usados como casa de cômodos, e os cortiços chegaram à periferia. Em São Paulo, cerca de 60% das habitações desse tipo localizam-se em áreas periféricas.
Loteamentos periféricos: esse tipo de loteamento é uma forma de expansão da moradia popular nas grandes metrópoles brasileiras. Sua multiplicação foi impulsionada pela expulsão dos moradores dos bairros centrais para a periferia.
São terrenos distantes dos centros comerciais e de serviços, divididos em pequenos lotes, postos à venda antes da chegada de qualquer infra-estrutura e adquiridos com crédito de longo prazo pelas camadas de baixa renda, que preferem morar em locais distantes dos grandes centros para "fugir do aluguel".
As casas são construídas pelos próprios moradores, sem orientação técnica, podendo apresentar problemas de todos os tipos, incluindo-se o risco de desabamento. Há também um outro problema: os longos e demorados deslocamentos (casa-trabalho-casa) enfrentados pelos moradores, o que estende a duração da jornada de trabalho e sobrecarrega o orçamento doméstico com o custo do transporte.
Essa tendência da substituição do aluguel pela casa própria, ainda que em locais distantes dos centros comerciais, define uma das faces do padrão espacial das metrópoles: expulsão dos pobres para a periferia, em contraste com a valorização e verticalização das áreas centrais.
*Ronaldo Decicino é professor de geografia do ensino fundamental e médio da rede privada.
·Diana Spencer: Lady Diana Francês Spencer, casada com o Príncipe Charles, destacou-se mundialmente pelo seu trabalho humanitário, sua simpatia e simplicidade;
·Joana D´Arc: uma mulher de muita fibra, guerreira, exemplo de lealdade para com seupaís, foi acusada de feitiçaria, capturada pelos ingleses e queimada numa fogueira. Depois de sua morte, o Vaticano reconheceu seus contatos com os espíritos divinos e acabou por canonizá-la;
·Coco Chanel: cresceu em um orfanato, quando atingiu a maior idade buscou conquistar novos espaços de trabalho, uma mulher muito a frente de seu tempo, revolucionou o mundo da moda. Ficou conhecida em todo o mundo por sua audácia em transformar o estilo das mulheres de seu tempo;
·Indira Gandhi: uma grande líder política da Índia, nos anos de 1950 ocupou o mais alto cargo político na mais populosa democracia do planeta. Indira serviu de inspiração para muitas outras mulheres em países de Terceiro Mundo e deu início ao movimento pela participação da mulher na política;
·Madre Teresa de Calcutá: Uma missionária que se destacou na forma inconfundível de se dedicar aos necessitados e distribuir amor e compaixão aos sofredores. Essa dedicação a colocou entre as mulheres mais conhecidas e admiradas da segunda metade do século XX. Em 1979, ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em reconhecimento a sua vida de dedicação as pessoas.
E no Brasil... podemos destacar...
·Rita Lobato Velho Lopes: Foi a primeira médica formada no Brasil, decidiu estudar medicina três anos depois que um decreto imperial permitiu o acesso das mulheres aos cursos superiores;
·Nísia Floresta Brasileira Augusta: Pioneira do feminismo no Brasil, publicou artigos que abordava a condição feminina e defendia sua emancipação, escreveu muitos livros defendendo os direitos das mulheres;
·Francisca Senhorinha da Motta Diniz: Educadora, sua mais importante contribuição para a luta das mulheres foi à criação do Semanário "O sexo feminino", que trazia informações e tratava de temas polêmicos. Entre as idéias que esta educadora defendia cabe destacar a seguinte: "Queremos a instrução pura para conhecermos nossos direitos, e deles usarmos em ocasião oportuna. Queremos, enfim, saber o que fazemos, o porquê e pelo que das coisas. Só o que não queremos é continuar a viver enganadas"; (BRAUM,2005).
·Isabel de Sousa Matos: Cirurgiã-dentista, requereu, em 1885, seu alistamento eleitoral, sendo a primeira mulher a requerer seu direito de alistamento eleitoral, que lhe foi negado;
·Josefina Álvares de Azevedo: Jornalista, fundou o jornal "A Família", que alcançou muitos leitores e contou com a colaboração de importantes ativistas do movimento feminista da época, que lutavam, sobretudo, pela extensão do direito de voto às mulheres.
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO ATUAL
A sociedade, atualmente, apresenta várias oportunidades de crescimento profissional, as quais estão sendo disputadas por profissionais cada vez mais qualificados. Para se destacar é preciso ser cada vez melhor nas atividades que lhe são atribuídas. É preciso conhecer todos os aspectos relacionados com o ramo da empresa que se trabalha, para poder aplicar os conhecimentos em benefício da empresa, podendo gerar assim resultado positivos.
O que faz a diferença nas organizações é o ser humano, pois as oportunidades de aperfeiçoamento e a moderna tecnologia já estão disponíveis e acessíveis a todos. Através das qualidades pessoais torna-se possível conseguir melhores resultados frente ao concorrido mercado de trabalho.
Este conjunto de fatores ou este perfil é apresentado pelas mulheres vem sendo um diferencial quando atuam no mercado de trabalho, tornando o lugar que trabalham mais harmonioso e desenvolvendo suas funções com um melhor desempenho, já que estas características fazem com que elas tratem os assuntos de forma mais organizada e detalhada.
Com estas características as mulheres estão conseguindo, cada vez mais, conciliar os trabalhos da vida pessoal com a profissional. O que antes era considerado um obstáculo, atualmente é considerado como um grande desafio. Sua participação no mundo dos negócios e a própria independência financeira vêm mudando a forma como os produtos e serviços são desenvolvidos e comercializados.